Calculadora de correção monetária pelo Poupança
Atualize qualquer valor pelo Rendimento da caderneta de poupança entre dois meses, com juros e multa opcionais. O Poupança acumulado em 12 meses até agosto de 2026 está em 8,31%.
Corrigir valor pelo Poupança
Correção pelo Poupança
| Valor original em janeiro de 2020 | R$ 2.000,00 |
| Correção pelo Poupança (4,89% em 23 meses) | R$ 97,80 |
| Valor corrigido em dezembro de 2021 | R$ 2.097,80 |
| Total | R$ 2.097,80 |
Ver o cálculo mês a mês (23 meses)
| Mês | Variação | Fator acumulado | Valor corrigido |
|---|---|---|---|
| fev/2020 | +0,26% | 1,0025880 | R$ 2.005,18 |
| mar/2020 | +0,24% | 1,0050403 | R$ 2.010,08 |
| abr/2020 | +0,22% | 1,0072132 | R$ 2.014,43 |
| mai/2020 | +0,22% | 1,0093908 | R$ 2.018,78 |
| jun/2020 | +0,17% | 1,0111401 | R$ 2.022,28 |
| jul/2020 | +0,13% | 1,0124576 | R$ 2.024,92 |
| ago/2020 | +0,13% | 1,0137768 | R$ 2.027,55 |
| set/2020 | +0,12% | 1,0149518 | R$ 2.029,90 |
| out/2020 | +0,12% | 1,0161281 | R$ 2.032,26 |
| nov/2020 | +0,12% | 1,0173058 | R$ 2.034,61 |
| dez/2020 | +0,12% | 1,0184849 | R$ 2.036,97 |
| jan/2021 | +0,12% | 1,0196653 | R$ 2.039,33 |
| fev/2021 | +0,12% | 1,0208471 | R$ 2.041,69 |
| mar/2021 | +0,12% | 1,0220303 | R$ 2.044,06 |
| abr/2021 | +0,16% | 1,0236553 | R$ 2.047,31 |
| mai/2021 | +0,16% | 1,0252829 | R$ 2.050,57 |
| jun/2021 | +0,20% | 1,0273530 | R$ 2.054,71 |
| jul/2021 | +0,24% | 1,0298659 | R$ 2.059,73 |
| ago/2021 | +0,24% | 1,0323849 | R$ 2.064,77 |
| set/2021 | +0,30% | 1,0354945 | R$ 2.070,99 |
| out/2021 | +0,36% | 1,0391963 | R$ 2.078,39 |
| nov/2021 | +0,44% | 1,0437813 | R$ 2.087,56 |
| dez/2021 | +0,49% | 1,0488979 | R$ 2.097,80 |
Índices oficiais do BCB, obtidos das séries do Banco Central (SGS). Convenção adotada: a variação do mês inicial não entra; aplica-se do mês seguinte até o mês final. Entenda a metodologia.
Quando usar o Poupança
Desde maio de 2012 a poupança rende 0,5% ao mês mais TR quando a Selic está acima de 8,5% ao ano, ou 70% da Selic mais TR quando está abaixo. Ainda é o índice de correção citado em muita sentença antiga e em contratos de família.
- correção de valores em partilhas, inventários e acordos que citam “rendimento da poupança”
- atualização de depósitos judiciais antigos
- comparação de rentabilidade com outras aplicações
Fique atento: Antes de junho de 2012 a série oficial do Banco Central não traz o rendimento mensal fechado; até lá esta tabela usa a regra antiga (TR do mês + 0,5%), com o cálculo indicado em cada linha.
Não é esse o índice do seu caso? Veja qual índice usar em cada situação ou compare todos no mesmo período.
Exemplos prontos
- R$ 1.000,00 de jan/2020 → R$ 1.494,02
- R$ 1.000,00 de jan/2015 → R$ 2.026,98
- R$ 5.000,00 de jan/2010 → R$ 13.999,73
Todos corrigidos até agosto de 2026, o último mês divulgado do Poupança.
Passo a passo do cálculo
- Informe o valor original — o valor nominal, na data em que ele foi devido, contratado ou pago. Não corrija nada antes de digitar: a calculadora faz isso.
- Escolha o mês de origem. É o mês do vencimento, da assinatura, do desembolso ou da data-base do contrato, conforme o caso.
- Escolha o mês final. Em geral o último mês divulgado do índice; em conta judicial, o mês da atualização.
- Adicione juros e multa, se houver previsão contratual ou legal. Os juros incidem sobre o valor já corrigido; a multa, sobre o valor corrigido.
- Confira a memória. Abra o detalhamento mês a mês e verifique o primeiro e o último mês aplicados — é ali que os erros aparecem.
O resultado traz o fator acumulado com sete casas decimais, o valor corrigido, cada encargo separado e o total. O botão “Imprimir / PDF” gera uma página limpa para anexar a uma notificação, a um contrato ou a uma petição; o botão “Copiar link” devolve um endereço que reabre exatamente o mesmo cálculo — útil para mandar à outra parte.
Erros que esta calculadora evita
O primeiro é somar percentuais em vez de multiplicar fatores: doze meses de 1% acumulam 12,68%, e não 12%. O segundo é aplicar o índice do mês inicial quando a convenção manda excluí-lo — aqui isso é uma opção explícita, e não um acaso. O terceiro é calcular juros sobre o valor histórico, o que reduz indevidamente o crédito; a ordem correta é corrigir, depois aplicar juros sobre o corrigido, depois a multa e, por fim, os honorários.
O quarto erro é arredondar cedo. Cada arredondamento intermediário introduz uma pequena diferença que se acumula em séries longas. O cálculo aqui roda em precisão total e arredonda apenas o resultado final, em centavos — o que faz o número bater com o de uma perícia bem-feita.
O quinto é usar índice diferente do pactuado. Se o seu contrato diz outra sigla, troque o índice: veja todos os disponíveis ou consulte o guia de escolha.
O que fazer com o resultado
Em cobrança amigável, anexe o demonstrativo à notificação: devedores respondem melhor a um documento que explica a conta do que a um número isolado. Em negociação de contrato, leve dois cenários — o índice atual e a alternativa que você propõe — para que a conversa seja sobre valores, e não sobre teses. Em processo judicial, use como conferência: a conta oficial é a determinada pelo juízo, mas a memória detalhada permite apontar divergências com precisão.
Guarde sempre três informações junto do valor: o período exato, o índice com o órgão que o calcula e o fator acumulado. Com esses três dados, qualquer pessoa reproduz o cálculo — e é isso que transforma uma planilha em documento aceito.
Perguntas frequentes
Como o cálculo é feito?
Multiplicamos o valor pelo produto dos fatores mensais do período — a mesma metodologia da Calculadora do Cidadão do Banco Central. O índice do mês inicial não entra, salvo se você marcar a opção nas configurações avançadas. Cada fator aparece na memória de cálculo.
Posso incluir juros e multa?
Pode. Abra “Juros, multa e opções avançadas”: dá para somar juros simples ou compostos, ao mês ou ao ano, multa percentual sobre o valor corrigido e honorários sobre o total. A ordem de aplicação aparece detalhada no resultado.
O resultado serve como memória de cálculo?
Sim. O botão “Imprimir / PDF” gera uma página limpa com a tabela mês a mês, o fator acumulado e a fonte dos dados — formato aceito como demonstrativo em petição, notificação extrajudicial e cobrança. A conta oficial do processo, porém, é sempre a do juízo.
Até que mês o Poupança está disponível?
Até agosto de 2026. A base é atualizada automaticamente todo dia; assim que o Banco Central divulga o mês novo, ele aparece aqui.